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PESQUISADORAS/RES

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KLEBER LOURENÇO

Doutorando em Artes na UERJ. Mestre em Artes pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). Artista da dança e do teatro, encenador na Capulanas Cia de Arte Negra e diretor artístico do Visível Núcleo de Criação. Seus trabalhos concentram-se nas linguagens da dança e do teatro em cruzamento com as culturas populares, atuando nas áreas da coreografia, encenação e formação pedagógica. Integrante do grupo de pesquisa Motim – Mito, Rito e Cartografias Feministas nas Artes (CNPq)

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LAURA FRANCHI

Palhaça, diretora de teatro, dramaturgista e libriana apaixonada por literatura, Laura tem áries como ascendente, o que a faz botar fogo por onde passa. Por isso mesmo, pratica yoga e canto, só assim mantém a sanidade diante as questões brasis. Mãe da Alice, acredita num outro mundo possível. É professora do curso de Artes Cênicas da Universidade Estadual de Londrina, onde trabalha com teorias da atuação e práticas performartivas. Gosta de trabalhar com muita gente, movimentando coletivos. Seu interesse passa pela arte engajada e pelo ativismo político, com enfoque na história do Brasil. É doutorando do PPGT em Teatro na UDESC, na área Imagens Políticas da Linha Linguagens Cênicas, Corpo e Subjetividade, onde tem-se dedicado à pesquisa sobre refúgio, migração e deslocamento forçado, em especial à subjetividade feminina de migrantes da América Latina.

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LISA MIRANDA

Mestranda em Artes pelo PPGArtes/UERJ. Pós-Graduanda na especialização em Saberes e Fazeres no Ensino de Artes Visuais, no Colégio Pedro II, Rio de Janeiro. Graduada em Artes Visuais pela UERJ. Professora de artes, arte-educadora em exposições de arte e cultura em museus e centros culturais no Rio de Janeiro. Integrante do grupo de pesquisa Motim– Mito, Rito e cartografias feministas nas Artes (CNPq)

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MATEUS A. KRUSTX

Mateus A. Krustx é nome artístico de Mateus Alves Ferreira, artista visual, ensaísta e performer, graduado em bacharelado em Artes Visuais pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2018) e atualmente estuda licenciatura em Artes Visuais pela mesma instituição. Cofundador do coletivo de ações estético-políticas "Seus Putos" desde 2015; Integra o projeto de pesquisa e extensão "Ateliê de Performance" (UERJ); e o grupo de pesquisa "Motim – Mito, Rito e Cartografias Feministas nas Artes" (CNPq/UERJ). Krustx trabalha com escrita autoficcional, performance, videoarte, registro fotográfico e com a coleção e confecção de objetos denominados por ele mesmo como "automitológicos" parte da sua pesquisa “Mitologia do Indivíduo”.

URUBATAN MIRANDA

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Professor da Rede Pública de Ensino de São Paulo, artista visual e bailarino. É especialista em Ensino de Filosofia pela UFSCAR, Especialista em Estudos Constemporâneos em Dança pela UFBA e atualmente dedica-se ao Mestrado no Programa de Pós Graduaçao em Artes da Universidade Estadual do Rio de Janeiro – UERJ.É Graduado no curso de Licenciatura em Artes Visuais pela UNIFLU/FAFIC no Rio de Janeiro.Iniciou suas atividades artísticas com a Capoeira, Danças Urbanas e Teatro em 1995. Em 1999 ingressa na Academia de Dança Simone Matheus onde estudou e concluiu em 2007 o curso de ballet clássico. Foi membro de varias companhias de dança em São Paulo entre elas se destacam: Dual Cena Contemporânea, Cia Danças Claudia de Souza, Cia Sansacroma, Fragmento Cia de Dança e Coletivo Intermitente Abismo de Sonhos. Atualmente trabalha de maneira independente em plataformas de criação e residências artísticas atendendo a necessidade de se aprofundar como artista- pesquisador e de pensar ações artísticas e culturais. Trabalha também em colaboração com outros artistas. Como artista residente participou do Studio Cabaret Voltaire / Tempo Festival (Festival Internacional de Artes Cênicas) Brasil/Suiça; Demolition Incorporada-Piauí, sob a orientação de Marcelo Evelyn; SummerCamp Art Center – França/Brasil) em Itacaré-Bahía e da 4ª. Plataforma de Criação Exercícios Compartilhados, tendo como artistas- provocadores Marcelo Gabriel (BH), sob a orientação da coreógrafa Adriana Grechi e estreou o processo de criação de seu projeto– solo PRINCÍPIOFÁLICO OU COITO INTERROMPIDO. Foi selecionado para expor no I e II Festival Internacional da Imagem – FESTIMAGEM com os ensaios fotográficos “ESTIGMA” – 2015 curadoria de Carmen Alliende e “DEPÓSITO” – 2016 curadoria de Gil Sibin.

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KARLA MARTINS

Mestra pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da UFRN, com recomendação de publicação da dissertação – linha de pesquisa Pedagogias da Cena. Especialista em Gestão e Produção Cultural pela Faculdade Frassinetti do Recife (Fafire). Licenciada em Educação Artística/Habilitação em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), com láurea universitária. Durante o mestrado, foi bolsista Capes. Docente do componente curricular Arte (anos finais e ensino médio) no Colégio Damas e Marista São Luís, em Recife-PE. Tem experiência na área das Artes Cênicas, com ênfase em Teatro, atuando principalmente nos seguintes temas: Santa Teresinha, Mitodologia em Arte, Artetnografia, Arte, Sagrado, Feminino, Mito, Rito e Performance. Integrante do grupo de pesquisa Motim – Mito, Rito e Cartografias Feministas nas Artes, vinculado à UERJ (CNPq).

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ROBERTA NASCIMENTO

Artevista, atriz, performer, vegana de favela, praticante de yoga, sapafeminista, geminiana e admiradora de felinus, Roberta Nascimento é Bacharela em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Vinda da periferia de São Paulo, carrega, em sua corpa, a urgência pela liberdade e é na arte que encontra um caminho para dar voz a suas inquietações. Suas obras transitam entre performance, instalação, teatro, artemultimídia. Sua pesquisa está pautada na exploração dos limites da corpa, nas questões ligadas à dilatação do tempo-espaço e no uso da exaustão psicofísica como ferramenta para tratar de temas que a angustiam. Com suas obras já participou de eventos tais como XI Encontro Hemispheric de performance e politica O mundo às avessas: humor, ruído e performance (México); Carne_Virtual: Territorio y Libertad - 5oFestival Ciurpoétikas (Guatemala); X Encuentro Excêntrico: dissidência, soberanias y performance (Chile); Festival Latino Americano de Teatro da Bahia; Festival Internacional de Artes Cênica da Bahia; X e XI Bienal do Recôncavo. Atualmente, é mestranda no Programa de Pós-graduação em Artes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (PPGARTES/UERJ), integra o grupo de pesquisa "MOTIM - Mito, Rito e Cartografias feministas em artes" (UERJ/CNPq) e é curadora-colaboradora do cineclube lesbofeminista Furta Cor.

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MANU MARINHO

Manu Marinho é educadora, ARTvista, escritora, feminista, bruxa. Graduada em Letras pela UFRJ, com especialização pela mesma instituição, é hoje mestranda em Artes pela UERJ. Tem formação básica em música pela Escola de Música Villa-Lobos e publicou seu primeiro livro, "O gosto amargo da maçã caramelada", em 2014, ano em que inicia a Oficina Libre, na Escola Técnica Estadual de Teatro Martins Penna. Integra a equipe de curingas do Centro de Teatro do Oprimido desde 2018, e coordena o setor de cursos da instituição. É curinga do Grupo Madalenas Rio, coletivo de mulheres que discute as opressões de gênero, e que atualmente apresenta o espetáculo 'Se essa rua fosse minha'. Integra a Rede Ma(g)dalena Internacional - Teatro das Oprimidas e participou do II Festival Ma(g)dalenas - No means No, em Berlim-Alemanha. Coordenou, na Regional Brasil, o evento internacional Festival Online Ma(g)dalenas em Movimento, em 2020; e atualmente integra a equipe do Projeto Teatro das Oprimidas.

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