
PESQUISADORAS/RES

LUCIANA LYRA
PESQUISADORA LÍDER
Atriz, encenadora, diretora, dramaturga e escritora. Coordenadora e docente permanente do Programa de Pós-graduação em Artes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (PPGARTES/UERJ). Docente adjunta efetiva do Departamento de Ensino da Arte e Cultura Popular na mesma universidade. Docente permanente do Programa de Pós- graduação em Artes Cênicas da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (PPGARC/UFRN) e docente colaboradora do Programa de Pós-graduação em Teatro da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC). Pós doutora em Antropologia (FFLCH/USP) e em Artes Cênicas (DEART/UFRN), doutora e mestre em Artes da Cena (IA/UNICAMP). Fundadora de seu estúdio UNALUNA – PESQUISA E CRIAÇÃO EM ARTE e pesquisadora-líder do grupo de pesquisa MOTIM – Mito, Rito e Cartografias feministas nas artes (CNPq)
MARIA BRÍGIDA DE MIRANDA

PESQUISADORA PARCEIRA
Diretora teatral, atriz, preparadora de atores e atrizes. Professora Associada do Departamento de Artes Cênicas da Universidade do Estado de Santa Catarina, nas áreas de Interpretação e Direção Teatral. Pesquisa, leciona e orienta teses e dissertações no Programa de Pós-graduação em Teatro da UDESC, desde 2008. Áreas consolidadas de pesquisa: práticas marciais e meditativas, preparação de atores e atrizes, atuacão para cinema, teatro feminista e estudos de gênero aplicados as prática cênicas. Doctor of Philosophy pela La Trobe University (Austrália), Master of Arts in Theatre Practice pela University of Exeter (Inglaterra), Graduada em Licenciatura em Educação Artística com Habilitação em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília em 1993. Editora da Revista Urdimento e parecerista de várias revistas indexadas na área de artes da cena e de estudos feministas.
NATHALIA BARP

Nathalia Scapin Barp é Mestre em Artes pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) pela linha "Arte, Pensamento e Performatividade" e sua pesquisa enfatiza formas éticas de aproximação cultural para uma criação em performance/vídeoperformance entre mulher não-indígena e mulheres indígenas. Conceitos como: Branquitude (Lia Vainer Schuchman), Lugar de Fala (Djamila Ribeiro) e Mitodologia em Artes / Artetnografia (Luciana Lyra) são abordados. Possui Graduação em Teatro: Licenciatura pela Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (UERGS - 2016) onde desenvolveu a pesquisa "ECDISE": Variações do impulso no contínuo da ação física, pesquisa que inaugurou seus estudos sobre mitologia e mulheres na seara teatral. É professora regente do curso de Teatro da Universidade UNIASSELVI (2025). Atua como arte-educadora no Espaço Navegantes (2025), e desenvolve um Curso de teatro para mulheres (2025) no Teatro Grajaú (RJ). .Atriz-pesquisadora e integrante do grupo de pesquisa MOTIM (Mito,Rito e Cartografias Feministas nas Artes UERJ - RJ) desde 2020. Atua como atriz de teatro há mais de 15 anos em território nacional e internacional, seu último trabalho internacional foi a apresentação da performance-instalação "Coexistence" na cidade de Rinkonbing (DK) (2022). Como arte-educadora atuou em escolas, projetos sociais e oficinas, algumas das instituições foram: Cras (2012), Sesc(2015), Projeto Favela em desenvolvimento (2021), Escola Municipalizada Usina São Pedro (2019), All Kids (2024), Creche Cachambi (2024) dentre outras. Já atuou como preparadora de elenco e assistente de direção para gravação de vídeo-clipes através da empresa Haira Haira Cultural. Também é diretora das peças "DRÍADES" (2015), "QUEM ÉS?" (2021) "ENTRE DEUSAS E MULHERES (2025)" e "UM NOVO SONHO" (2026) . Estuda pandeiro desde 2016 e como musicista viajou pelos países Argentina, Chile, Peru e Bolívia apresentando o número performático "Raíces Brasileñas" (2018)", ministra aulas de pandeiro desde 2024.

YOHANA CIOTTI
Yohana Ciotti é narradora oral de histórias, atriz, escritora, dramaturga e pesquisadora. Doutoranda em Artes Cênicas pela UFRN, na linha Interfaces da Cena: Políticas, Performances, Cultura e Espaço, sob orientação da Profa. Dra. Luciana de Fátima Rocha Pereira de Lyra. Mestre em Artes pelo PPGAV da ECA-USP (2025), sob orientação da Profa. Dra. Regina Machado. Especialista em A Arte de Contar Histórias (A Casa Tombada, 2016). Autora do livro infantil A menina que foi rio (Aletria, 2021). Dramaturga e atriz do espetáculo Alinhavos, criado no âmbito do projeto Alinhavando Histórias de Mulheres (desde 2023), contemplado pela Política Nacional Aldir Blanc (2025) — espetáculo solo que fabula e confabula histórias de mulheres. Sócia-fundadora da Ladalapa Criações S/S (2012). Integra a organização do Encontro Internacional Boca do Céu e, desde 2019, participa dos "Sábados em Casa", n'A Casa Tombada — encontros de narração de histórias com jantar para o público adulto. Pesquisa os processos de fabulação de mulheres narradoras, as narrativas míticas e a linguagem das máscaras como matrizes da arte da narração oral, e atua na criação e apresentação de espetáculos, projetos audiovisuais, encontros e oficinas com foco na oralidade, nas narrativas femininas e nas interfaces entre narração e audiovisual. (yohanaciotti.com).

DEIÇO XAVIER
Artista da dança natural do Norte de Minas, doutorando em Artes pelo PPGARTES/UERJ (bolsista CAPES). Licenciado em Artes/Teatro pela UNIMONTES e em Dança pelo IFG-Campus Aparecida, com pós-graduação em Psicopedagogia e MBA em História da Arte. Mestre em Artes da Cena pelo PPGAC/UFG. Possui DRT: 28.220. Atuou como professor nos cursos superiores de Licenciatura em Dança, Licenciatura em Teatro e Educação Física (UFG), Licenciatura em Dança (IFG) e no curso de Produção Cênica, formação inicial/continuada em interpretação teatral e no curso técnico em Arte Dramática da Escola do Futuro Basileu França, atualmente é professor EBTT no IFGoiano-Campus Campos Belos. Criou a Navicular dança-teatro em 2013 onde investiga as relações entre autobiografia, corpo e imaginário, utilizando o movimento como dispositivo para f(r)iccionar-se como intérprete, preparador cênico, diretor, ator e professor em projetos culturais. Possui experiência em Dramaturgia do corpo, Poéticas do corpo, processos criativos em artes cênicas, Videodança, Educação Somática, Expressão corporal e Dança contemporânea.

KÉTILA FLOR
Artista educadora afrocentrada e pesquisadora das artes da cena e cultura popular. Doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Mestra e Licenciada em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Acre. É co-fundadora do Coletivo Tempo de Teatro, idealizadora do Flor Preta Ateliê, integrante do grupo de baque virado Maracatu Pé Rachado, do movimento afrocultural de protagonismo feminino Agbelas, e pesquisadora no grupo de pesquisa Motim – Mito, Rito e Cartografias Feministas nas Artes (CNPq).

MÔNICA SILVA
Mônica Maria da Silva é atriz, professora e pesquisadora em teatro. Doutoranda em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), 2026. Mestra em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), 2024. Especialista em Inovação e Tendências Educacionais, pela Universidade Federal de Pernambuco, 2024. Especialização em andamento em Ensino de Teatro, pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte, Campus Parnamirim, 2025. Especialização em andamento em Teatro e Pedagogias da Criação, pelo Instituto Federal do Norte de Minas Gerais, Campus Diamantina, 2026. Com dupla diplomação, sendo licenciada pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e pela Universidade de Évora (UÉ) em Portugal, com apoio financeiro do Programa de Licenciaturas Internacionais (PLI), pela CAPES-Brasil entre os anos de 2012 e 2014.

ANA CARLA SOLER
Ana Carla Soler é graduada em relações públicas pela Faculdade Cásper Líbero, pós-graduada em Direção e Gestão de Marketing pela Universidade de Barcelona e graduanda em História da Arte pela UERJ. Tem sua pesquisa direcionada à presença das mulheres no ensino e sistema da arte e busca trazer reflexões sobre os apagamentos históricos, possibilidades de releituras e novas narrativas para a história e o sistema em que a produção artística está inserida. É iniciante em pesquisa científica pela UERJ, sob coordenação de Luciana Lyra no coletivo Motim, e co-criadora do projeto "Elas Estão Aqui" (@elasestaoaquinaarte). Também ministra cursos de comunicação digital para artistas e espaços de arte no Instituto Adelina e nas Oficinas Culturais Oswald de Andrade.

CAROLINA PASSARONI
Carolina Passaroni (Rio de Janeiro). É artista e pesquisadora. Bacharel em Artes Visuais pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e graduanda em Licenciatura pelo mesmo curso. Bolsista de Iniciação Científica (CNPQ/UERJ) pelo projeto “Arte de f(r)icção: feminismos, autobiografia e performance”, com orientação da Profa. Dra. Luciana Lyra. Integra ainda, o grupo de pesquisa MOTIM - Mito, Rito e Cartografias feministas nas artes (CNPq). Permeada pelo interesse material aos elementos orgânicos, especialmente à materialidade do barro, sua pesquisa artística tece um debruçar poético que tenciona relações de gênero, territorialidade e memória.

CRISTIANE SOUZA
Doutoranda e Mestra em Artes (PPGArtes/UERJ). Formada em Teatro pela Escola de Teatro Martins Pena. Leciona Artes Visuais na rede municipal da cidade do Rio de Janeiro. Desenvolve trabalhos de performances, tendo participado de exposições, mostras, simpósios e seminários. Como atriz, atuou nas peças Missa dos Quilombos e Havana Café e Olga Benário, um breve futuro, da Companhia Ensaio Aberto. É mulher de Axé e mãe do Pedro. Integrante do grupo de pesquisa Motim – Mito, Rito e Cartografias Feministas nas Artes (CNPq)

SUSANNA KRUGER
Atriz, diretora, produtora, dramaturga, professora e artista pesquisadora. Começou a fazer teatro nO’Tablado, integrou o Grupo TAPA e fundou a Cia Atores de Laura, que co-dirigiu artisticamente por 16 anos. Formada em Letras pela Unirio com mestrado em Artes pela UERJ, doutoranda em Artes pela UERJ. É integrante do Grupo de Pesquisa MOTIM – Mito, Rito e Cartografias Feministas nas Artes (CNPq). Sua pesquisa de doutorado tem foco nos procedimentos cênicos com os quais vem trabalhando ao longo das últimas décadas enquanto encenadora. Alguns de seus movimentos artísticos: o PROJETO ESCOLA e o FESTIVAL DE TEATRO BRASILEIRO que por 10 anos apresentou em escolas públicas e privadas do RJ textos brasileiros seguidos de conversas com os alunos e promoveu sua vinda ao teatro; o espetáculo teatral CASA DE LAURA que permaneceu 2 anos em cartaz - indicada ao Prêmio Shell de melhor atriz; as séries AFINAL, O QUE QUEREM AS MULHERES (Globo) e ME CHAMA DE BRUNA (Fox Premium). Dá aulas nO’Tablado, na Escola de Atores Wolf Maya, e desde 1988 se dedica à formação de atores através de seus cursos livres na Casa de Cultura Laura Alvim. Entre Prêmios e indicações, destacam-se o Prêmio MINC Troféu Mambembe de melhor atriz e o Candango de melhor atriz do Festival de Brasília de Cinema Brasileiro. Durante a pandemia criou e dirigiu a Instalação Cênica Virtual CORRESPONDENTES QUARENTENADES, inspirada no projeto homônimo do Prof. Marcelo dos Santos (Unirio), através da plataforma Zoom, agora disponível no site: https://correspondentesqua.wixsite.com/correspondentes.
FERNANDA DIAS

Atriz, pesquisadora e dançarina de danças de Matrizes Africanas. É Preparadora Corporal com formação pela Faculdade de Dança Angel Vianna – FAV, com Especialização em Danças Tradicionais e Contemporâneas do Senegal, com formação na Ecole des Sables, no Senegal, África. É Mestre em Artes Cênicas pela UNIRIO e Doutoranda em Artes pela UERJ. Artista fundadora de Os Ciclomáticos Cia de Teatro desde 1996, RJ e do Coletivo Negraação desde 2016. Integra como atriz e pesquisadora corporal os Coletivos Madalena Anastácia e Grupo Cor do Brasil, ambos atuam com a metodologia do Teatro do Oprimido e das Oprimidas. Em 2010 aliou seus conhecimentos com o teatro e as danças negras brasileiras e africanas e criou o Laboratório Raízes do Movimento, uma proposta artística e pedagógica, voltada para o ensino da dança, experimentação, pesquisa e criação de uma linguagem corporal cênica, a partir de uma proposta afro-orientada realizada em âmbito nacional e internacional. Em 2018 escreveu o texto "Meus Cabelos de Baobá", espetáculo teatral que estreou em 2019 e recebeu indicação do Prêmio Shell, RJ de melhor música.

RIBAMAR RIBEIRO
Ribamar Ribeiro é ator, diretor, dramaturgo, produtor, professor e sonoplasta. Doutor em Arte e Cultura Contemporânea pela UERJ. Possui Licenciatura em Artes Visuais e Artes Cênicas, é Mestre em Artes pela UERJ. Já escreveu e dirigiu mais de 70 espetáculos teatrais. Vice presidente do International Theatre Institute- Brasil. É Diretor Artístico e um dos fundadores de Os Ciclomáticos Companhia de Teatro e da CTI - Comunidade Teatral Independente. Como Ator já trabalhou com André Paes Leme, Marília Martins, José da Costa e Nanci de Freitas e Antônio Abujamra. Possui mais de 40 prêmios em todo o Brasil. Professor da FUNARTE, SENAC Rio e SESC Rio. Ministrou oficinas e palestras nas Universidades: UNIRIO, UFBA, Universidade Rural e Estácio de Sá; e também em Festivais Internacionais: Lima - Peru, França e Alemanha. Em 2006 dirigiu o musical sobre samba: "É Isso Aí, Irajá!", de Nei Lopes. Em 2013 escreve e dirige "Casa Grande e Senzala - Manifesto Musical Brasileiro" vencedor do Prêmio Montagem Cênica do Governo do Estado do Rio de Janeiro. Em 2015 recebe o Prêmio Internacional do Festival Internacional de Teatro Latino-americano em Lima no Peru como diretor e dramaturgo pela pesquisa de linguagem. Também participa do festival Santiago a mil na Comitiva Brasileira do Ministério da Cultura no Chile. Em 2018 foi jurado do Concurso de Dramaturgia para Infância e Juventude - FUNARTE - 2018. Em 2020 participa do Laboratório de Direção Cênica do X FESTEPE - Festival Internacional de Teatro y Performance em Chancay - Lima - Peru. Como dramaturgo, foi selecionado para as publicações com os seus textos: "Cenas do Confinamento", "Escrita Criativa - UERJ" e "Festival de Peças de Um Minuto" de Os Parlapatões. A sua performance "Arquivo Vivo" foi apresentada na UERJ, UFRJ / EBA e na PUC Rio. Seus espetáculos já se apresentaram na Europa (França, Alemanha, Portugal e Espanha), América Latina (Peru, Chile e Argentina) e na Asia (China).

IZAK DAHORA
Izak Dahora (nome artístico de Isaac Caetano Montes) é Doutorando em Artes (UERJ). Professor nos cursos de Cinema, Licenciatura em Teatro e na pós-graduação em Artes Cênicas da Universidade Estácio de Sá (UNESA). É ator, diretor, escritor e músico. Autor do livro "Arte total brasileira: a teatralidade do maior show da Terra" (Ed. Cândido).Co-autor da coletânea de contos "Histórias de sacis" (Ed. Uirapuru). Autor da sinopse do enredo da GRES Acadêmicos da Grande Rio para o carnaval 2019 (“Quem nunca...? – que atire a primeira pedra“). Na TV, destacam-se as produções "Falas negras" (como Toussaint Louverture, 2020), "Éramos seis" (“Tião”, 2019/20), "Os dias eram assim" (“Doutor Domingos”, 2017), "O astro" (2011), "Sítio do Picapau Amarelo" ("Saci-Pererê", 2001-2006). No teatro, destaca-se a peça "O encontro - Malcom X e Martin Luther King Junior" (como o ativista Malcom X). No cinema, o filme "Alemão". Integra o conselho da Interartis-Brasil (associação de gestão coletiva de direitos autorais de profissionais do audiovisual, presidida pela atriz Glória Pires) e do conselho da Orquestra de Cordas da Grota (Niterói).